A introdução alimentar da minha primeira filha

Eu iniciei uma introdução alimentar que deu liberdade para minha filha de escolher que o corpo dela tinha interesse de comer disponibilizando alimentos de qualidade, nutritivos e de fácil digestão.

Parece estranho falar que um bebê de 6 meses tem a capacidade de decidir o que é bom pra ele. Porém eu acredito que os bebês estão mais conectados com seu corpo e com a natureza do que a maior parte dos adultos.

Eu preparava um prato colorido com vegetais cozidos no vapor e ela ia experimentando de forma livre, ela fazia todo esforço de ir até o alimento e segurar com suas próprias mãos. Gente isso dava muito trabalho, e muitas vezes gerava uma insegurança se eu a estava alimentando corretamente.

Quando ela tinha 8 meses fomos até a  horta e ela colheu e comeu seu primeiro morango, e, assim que começou a andar virou rotina.  Ela passou a visitar a horta e experimentar os vegetais crus, alface, brócolis, vagem. Em casa cozinhavamos praticamente tudo e ela comia em maior quantidade.

Algumas folhas e flores também podem apresentar alguns antinutrientes, principalmente se consumidos crus. Com o tempo Iara passou a consumir estes alimentos em pequena quantidade  e este contato intenso dela com as plantas trazia grande energia vital na sua vida diária.

Compreendi que a introdução alimentar serve principalmente para estabelecermos uma relação saudável com o alimento para o resto da vida! Não deve ser algo forçado goela a baixo. Sei que o aleitamento materno até um ano de idade supre a maior parte das necessidades nutricionais do bebê. Até lá estamos apenas na introdução alimentar.

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